Rapper GOG lança DVD “GOG ao Vivo – Cartão Postal Bomba”

Rapper GOG

Foto: Rapper GOG

Está pronto o DVD “GOG ao vivo – Cartão Postal Bomba” do Rapper poeta GOG (Genival Oliveira Gonçalves) de Brasília, e quem ainda não assistiu, tem ainda a chance de verificar. Para adquirir o DVD acesse aqui.

Com muitas participações de diversos músicos, o Poeta GOG traz muito conhecimento e informação para a gurizada, moçada, os manos e as minas pensarem.

Como ele mesmo diz no DVD, que o DVD traz tempos diferentes, músicas diferentes, que tudo é um quebra cabeça, e olhando depois parece algo “muito loco”.

Como não poderia ser diferente, todas as músicas do DVD buscam a conscientização da juventude, e ele é uma referência para muita gente, e agora cada vez mais é para mim também.

As músicas tratam da exploração sexual de menores, dos pais que morrem e deixam seus filhos, traz a realidade das periferias de Brasília, canta a dura vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, mostra a violência contra a periferia e ao mesmo tempo revela que as periferias tem muito conteúdo e cultura, dos males das drogas, mas o que mais arrepia durante o DVD é a música “Brasil com P“, que com muita lucidez opina sobre os “mundinhos” fechados em que a maioria das pessoas são submetidas.

“Brasil com P” (veja a letra aqui), traz uma profunda reflexão sobre atitudes vazias e individualistas em que a nossa sociedade está mergulhada. Com certeza para quem tem sensibilidade social “Brasil com P” será um hino. O hino da indignação. O hino da periferia. Essa música já foi cantada com muita gente, mas tive a oportunidade de acompanhar em vários shows do Teatro Mágico e a participação de GOG.

Já tinha curtido algumas músicas do poeta GOG, mas após o Fórum Social Mundial que aconteceu esse ano em Belém do Pará, onde tive a oportunidade conhecê-lo num grande encontro entre o poeta GOG e Fernando Anitelli num dos palcos do evento.

Nesse evento além de proporcionar o encontro de dois grande poetas (GOG e Fernando), também está colaborando para algo maior, que é o movimento Música Para Baixar (MPB), e que ta a crescer a cada dia.

GOG, vô te dizer aqui meu poeta, que a participação de Paulo Diniz foi magnífica.

Salve GOG, Salve, Salve, Salve…

Gestão Administrativa e Financeira dos Empreendimentos Econômicos Solidários e comércio eletrônico de produtos da Economia Solidária

O Governo Federal tem estruturado políticas públicas inclusivas, tanto na geração de emprego e renda, como na geração de trabalho através do tema da Economia Solidária, assim como na tecnologia, com as políticas de inclusão digital.

Integrar políticas públicas e buscar ações que unifiquem e qualifiquem a intervenção, são fundamentais para consolidação dessas políticas. A Economia Solidária vem se afirmando junto ao governo, principalmente a partir da Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, e com o Projeto Brasil Local.

As políticas de inclusão digital também vem ganhando força, a partir de iniciativas como projeto Casa Brasil, tele-centros ligados ao SERPRO entre outros atores que tem como prerrogativa o uso de tecnologias livres no seu manejo.

Uma necessidade dos empreendimentos econômicos solidários é ter a disposição uma ferramenta de gestão financeira, contábil e comercial de fácil manejo, intuitiva, gratuita e que possibilite gerenciar seus negócios, tanto na produção como na comercialização.

O projeto Brasil Local tem como objetivo apoiar o desenvolvimento local sustentável através do fortalecimento da organização de empreendimentos econômicos solidários. Para chegar a este objetivo, o projeto identifica, através de seus agentes de desenvolvimento local, as demandas dos empreendimentos econômicos solidários, e busca superá-las com ações próprias e com ações de outras políticas públicas.

Ainda que não a única, uma das questões importantes para os Empreendimentos Econômicos Solidárias (EES), e que o Brasil Local preocupa-se é em contribuir para os empreendimentos. A sustentabilidade passa pela gestão administrativa e financeira dos EES e também passa pelo comércio dos produtos produzidos.

Um EES acompanhado pelo projeto Brasil Local, conseguirá efetivar de fato a comercialização de seus produtos de bens, serviços ou culturais, na medida em que conseguir exercer a gestão administrativa e financeira de forma plena e Satisfatória. Esse ponto deve ser entendido como tarefa essencial de todas e todos os agentes de desenvolvimento local, do Projeto Brasil Local, no atendimento dos empreendimentos.

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Carta Aberta dos Pontos de Cultura em repúdio ao PL 84/99

Brasília, 12 de Novembro de 2008

Carta Aberta dos Pontos de Cultura em repúdio ao PL 84/99

A Comissão Nacional de Pontos de Cultura, que representa mais de 800 Pontos de Cultura de todo o país, reunida no Teia 2008, em Brasília, manifesta seu repúdio ao Projeto de Lei 84/99 (ex-PLC 89/03), por este ferir os direitos fundamentais garantidos no artigo 5o da Constituição. Tal projeto trata “dos crimes contra a segurança dos sistema informatizados” e encontra-se em fase de tramitação na Câmara e no Senado Federal, tendo sido aprovada no Senado no dia 9 de julho.

Considerando que vários dispositivos contidos no projeto podem criminalizar ações e usos absolutamente triviais na rede sem que exista uma legislação que trate de direitos na internet, apontamos o projeto como uma afronta a nossa Constituição.

O Projeto de lei em questão não impede as ações criminais na internet, mas sim abre espaço para violar direitos civis básicos e ainda reduz as possibilidades da inclusão digital. Em síntese, o projeto coloca em risco a política de ampliação das redes abertas comunitárias de banda larga, o direito ao anonimato e à privacidade, bem como as liberdades de compartilhamento, de expressão, de criação e de acesso. Este projeto de lei inviabiliza diversas iniciativas que vêm sendo implementadas pelo Governo Federal, como Ação Cultura Digital, do Ministério da Cultura; Projeto Casa Brasil, da Casa Civil; Programa GESAC, do Ministério das Comunicações; entre outros, que fomentam o uso da internet com foco na educação, inclusão social, geração de renda e Cidadania.

Defendemos que o projeto seja retirado da pauta, porque sua aprovação vai retroceder o avanço da cultura livre e a diversidade cultural.

Propomos ainda que se abra um debate público com todos os interessados, na busca da criação de uma nova lei que regule adequadamente o tema. Sem ferir as redes abertas, a liberdade de expressão e a inclusão e a cultura digital.

Carta de Belém do Pará – VII Oficina para Inclusão Digital – Repúdio ao projeto de controle da internet

Nesta sétima edição da Oficina de inclusão digital, entidades da sociedade civil envolvidas com os temas centrais das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento humano, econômico e social, apresentam sua pauta para a formulação de uma política pública, integradora  neste  campo. Esta carta expressa um consenso trabalhado  a  partir  dos  avanços já consolidados  na  VI Oficina de Salvador. Os que a subscrevem assumem o compromisso público de fazê-la circular amplamente entre gestores públicos nas diferentes esferas governamentais e repercuti-la junto às demais entidades da sociedade civil.

Desde a realização da primeira Oficina para inclusão digital, em 2001, o país vem alcançando  parte  das metas  propostas pela sociedade civil para inclusão digital. Exemplos disso são as iniciativas de recondicionamento de equipamentos e metareciclagem;  o uso e a migração para Software Livre nas iniciativas públicas e governamentais de inclusão digital;  a política de desenvolvimento de Software Públicos e a criação de um Grupo de Trabalho para definir a integração das iniciativas de inclusão digital no País.

Superando obstáculos e divergências, construímos um discurso comum que orienta nossas ações. A inclusão digital está presente em várias ações do Governo Federal, que agora convergem para uma ação unificada.

Mas há uma questão grave, que tem impacto negativo sobre a causa da inclusão digital. Esta carta repudia o Projeto de Lei 84/99 (ex-PLC 89/03), que trata “dos crimes contra a segurança dos sistema informatizados”. Aprovado no Senado no dia 9 de julho, este projeto continua em tramitação no Congresso Nacional. Entendemos que esta proposta inviabiliza a inclusão digital no Brasil. O projeto é nocivo para a sociedade, porque trata o compartilhamento de conhecimento como crime, sem a existência de uma legislação que trate de direitos na internet.

Os artigos 285-A, 285-B, 163-A, 171 e 22 implantam uma situação de vigilantismo na rede. Os defensores do projeto dizem que eles visam impedir ações criminais na internet, mas eles não serão eficazes para isso. Na verdade, abrem espaço para a violação de direitos civis básicos. Em síntese, o projeto coloca em risco a política de ampliação das redes abertas comunitárias de banda larga, a liberdade de compartilhamento, de expressão, de criação, de acesso, de privacidade e o direito ao anonimato.

Diante disso, reiteramos nosso repúdio ao Projeto de Lei em questão. Propomos que ele seja retirado da pauta, porque sua aprovação vai coibir o avanço da liberdade de expressão e de criação. Propomos ainda que se abra um debate público com todos os interessados, na busca da criação de uma nova lei que regule adequadamente o tema. Sem ferir as redes abertas, a liberdade de expressão e a inclusão e a cultura digital.
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Campus Party Ibero América – Cluster com Software Livre

Campus Party Ibero América – Conheci um Pintor Surrealista

Estar aqui no evento em San Salvador é gratificante. Tive a oportunidade de conhecer Mario Fernando Sanchez, de 25 anos que estuda “Licenciatura em Sistemas de Computacion Administrativa” na Universidade Francisco Gavidia (nome dado em homenagem ao poeta de El Salvador http://es.wikipedia.org/wiki/Francisco_Gavidia), e que é filho do pintor surrealista de San Salvador Mario Salvador Sanchez (http://es.wikipedia.org/wiki/Mario_Salvador_Sanchez)

Mario (o filho) tinha como um dos seus objetivos no Campus Party Ibero América, colocar material de seu pai na wikipedia.

Então, assumi a responsabilidade de ajudar a colocar material inicial do seu pai na wikipedia. Vejam o link: http://es.wikipedia.org/wiki/Mario_Salvador_Sanchez

Mario (o filho) me contou que seu pai não pode fazer exposição em El Salvador por que não existe espaços públicos para isso, já que, todos os espaos são privados, e que isso exige patrocínios.

Aqui assista o vídeo:

CP Ibero América – Software livre e Inclusão Digital

Hoje (30 outubro) pela manhã participei dos debates sobre inclusão digital. Os debates são realizados em grupos. Nesses grupos está sendo proposto diretrizes e propostas para a construcão do documento que será entre a todas(os) chefes de estado dos países ibero americanos presentes na reunião da cúpula ibero-américa.

O documento não foi concluído e será disponibilizado em breve.

A metodologia dos grupos foi muito interessante e da seguinte forma:

Cada grupo tinha uma mesa redonda, onde cada tema estava num papel com dimensões de 2m x 1m, e um mediador.

Os participantes tinham 15min para ficar na mesa debatendo e fazendo anotações com propostas nesse espécie de cartolina.

Depois desse tempo, trocava-se o grupo e o mediador permanecia, e para os novos participantes no tema o animador dava um relato.

Os novos participantes poderiam, então, ler as propostas do grupo anterior fazer o debate, e então, fazer as suas propostas.

Ao mesmo tempo havia uma equipe que ia montando um especie de wiki de tudo numa outra cartolina.

Dessa forma todas e todas puderam contribuir com todos os temas, e conhecer o que os outros proporam.

Vale destaque para o tema que tratou das diferenças do software livre e software proprietário.

Simplesmte o tema foi hegemônico e todas as anotações no “papel” do tema tinham a ver com software livre, e não com software proprietário.

Enquanto isso, a organização do campus party ibero américa utilizou software proprietário em todas as máquinas para realizar as oficinas para crianças e professores.

Enfim, o software livre toma espaço em todos os eventos onde os ativistas do movimemento estão presentes.

Vejam o vídeo.

Campus Party Ibero América – Dirigivel no Salão

Campus Party Ibero América – O futuro da robótica livre

No campus party ibero américa brasileiros apresentam a idéia de desenvolver um robô com arquitetura modular livre. Onde o software será livre com elétrica e mecânica padronizadas que será um chamamento à troca de conhecimento na área, e poderá facilitar implementacão de projetos.

Podemos dizer que será uma proposta de uma espécie de ODF da robótica.

Novo jeito de Governar de Yeda no RS – Polícia Furiosa

Veja a letra da música

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